Marketing Digital deve ser uma prioridade para o desenvolvimento das empresas com ambição

O desenvolvimento de médias e grandes empresas é facilitado quando existe uma aposta clara no marketing digital. Saiba por que razão isso acontece!
O desenvolvimento de médias e grandes empresas é facilitado quando existe uma aposta clara no marketing digital. Saiba por que razão isso acontece!

Foi realizado um estudo sobre a evolução de Portugal em termos de maturidade digital.

Entidades como a Boston Consulting Group, a Google e a Nova SBE juntaram-se para elaborar esse estudo.

Esse estudo permitiu concluir que para o próximo ano o Marketing Digital será visto como uma das áreas prioritárias de desenvolvimento de empresas de média e grande dimensão em Portugal. No mesmo estudo, foi concluído que existem outras áreas prioritárias para as médias e grandes empresas, nomeadamente nas áreas da Investigação & Desenvolvimento de produto e da oferta de novos serviços e produtos digitais. Saiba mais!

Marketing Digital deve ser uma prioridade para o desenvolvimento das empresas com ambição

Se tivermos em linha de conta a escala de maturidade digital, Portugal encontra-se a meio do caminho, ocupando um mero segundo lugar de quatro níveis possíveis de percorrer.

 

Um estudo

A obra “O Caminho para um Portugal Biónico: A maturidade digital do tecido empresarial em Portugal” é o resultado de um estudo realizado tendo por base as respostas dadas por mais de mil empresas portuguesas.

Existem quatro patamares de maturidade digital e Portugal encontra-se no segundo, “Digital Literate”. Por isso, ainda se encontra muito longe de “Digital Leader”, que é o patamar desejado.

Neste momento, Portugal consolida o seu lugar como “Digital Literate”, conseguindo um total de 31 pontos (dos 100 possíveis). Assim, o nosso país está 21 pontos abaixo da média europeia. A média europeia encontra-se no patamar dos “Digital Performers”.

O papel das ferramentas digitais

O estudo revelou ainda que ainda existe alguma inércia na aplicação das ferramentas digitais, apesar das organizações terem a intenção de usar o digital como motor das suas estratégias.

A inércia existe em algumas áreas relevantes, nomeadamente em funções de suporte, em operações, na oferta ao cliente e na abordagem a novos mercados.

 

Pandemia

As ferramentas digitais têm vindo a desempenhar um papel importante no desenvolvimento das empresas, mas com o contexto da pandemia elas representaram mesmo a “tábua de salvação” para muitas empresas.

A pandemia representou um grande desafio para a agilidade das empresas, pois implicou respostas rápidas às mudanças de necessidades dos consumidores, o que exigiu a adoção de canais e de modelos digitais, nomeadamente em setores e empresas mais tradicionais.

A capacidade de resistência aos impactos económicos da pandemia foi evidenciada pelas organizações que revelaram maior maturidade digital.

 

A aposta nas ferramentas digitais como solução

Assim, facilmente se constata que as ferramentas digitais continuarão a desempenhar um papel importante, servindo como catalisador, contribuindo para a capacidade de retoma que se quer inclusiva.

Por isso, revela-se sensato fazer uma aposta séria na tecnologia, escolher as ferramentas certas para a empresa e investir nas competências digitais certas.

Um percurso a fazer

Como se revelou, Portugal encontra-se a meio do percurso da maturidade digital do tecido empresarial. Há ainda muito para fazer para subir até ao patamar ambicionado de “Digital Leader”, mas a maturidade digital é possível.

A tão falada “bazuca” europeia não será a solução para todos os problemas, mas pode e deve ser usada sensatamente para que Portugal consiga posicionar-se e retirar o devido partido dela.

Tem de existir uma coerência dos esforços entre as empresas e as instituições públicas. Em Portugal, o impacto do digital na economia do país já ascende a 12,7 mil milhões de euros (6% do PIB). Neste momento, esses são os valores mas, de acordo com a análise realizada, são números que estão aquém do que é observado noutros países europeus.

 

Números

De acordo com dados do Eurostat, no ano de 2019, a faixa dos 55 aos 64 anos era aquele em que o nível de literacia se encontrava abaixo da média europeia (28% vs 40%).

Contudo, também foi revelado que uma parte da população portuguesa, mais precisamente a faixa etária entre os 16 e os 44 anos, revelava um nível básico ou superior de competências digitais, o que é acima da média na União Europeia.

Se tivermos em conta a faixa entre os 16 e os 24 anos, o posicionamento dos portugueses encontra-se no top 10 da UE.

O futuro será positivo, pois as novas gerações revelam-se as mais preparadas de sempre. Assim, perspetiva-se que haja uma maior progressão nas organizações, o que irá contribuir de forma importante para a transição digital.

Subida de patamares

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